sexta-feira, 13 de julho de 2018

As mini ferias deram para pensar!

As minhas mini férias fizeram milagres, a semana passada fui com os meus pais de viagem para castelo branco. Fomos passar uma semana à casa da terra da minha avó!

Estas mini férias deram para apanhar ar, descansar, passear a cabeça e a alma e por todos os pensamentos que estavam em atraso em ordem, arrumar as ideias basicamente.  Durante as férias a minha cabeça esteve tudo menos em "terra", viajou pelo passado, pelos problemas que passei e que ficaram meios confusos e sem se resolverem dentro da mesma, perguntas que foram relembradas, perguntas que fiz a mim mesma...coisas que poderiam ter sido diferentes e que não foram porque o destino assim o quis.

Fecharam-se portas e foram-se embora pessoas da minha vida para, abrirem-se novas portas e aparecerem novas pessoas.

Estou muito contente pelos meus progressos, pela minha evolução pelas minhas conquistas feitas recentemente... sinto-me crescida, sinto-me uma mulher nova com uma nova mentalidade e maturidade. Se eu soubesse certas coisas que sei hoje, teria tomaso decisões diferentes á um ano atrás.

Gostava de ter mais férias, mas desta vez sonora mim sem mais ninguém...pensar e espairecer a cabeça faz muito bem!

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Este blogue ja não é o mesmo desde há uns meses largos atrás

Quando leio os minhas primeiras publicações que fiz neste blogue é leio as de agora, noto um crescimento, um amadurecimento da minha parte! Relembro-me de tudo o que já passei até agora, as aventuras que vivi é que quis partilhar aqui com vocês porém, também relembro os "baixos"/ as não tão boas fases pelas quais passei!
Acho que se soubesse o que sei hoje que nunca jamais tinha feito as coisas como fiz mas sim de outra maneira totalmente diferente, talvez hoje ainda tivesse certas amizades e relações...mas por alguma razão as coisas aconteceram desta maneira e vivo cada dia que passa, relembrando cada lição que tive até agora e tentar sempre fazer melhor para nunca cometer o mesmo erro!
É engraçado de facto vermos a nossa própria evolução...

Gosto quando:

"Gosto quando te preocupas comigo e tomas conta de mim. Quando me perguntas como estou ou como correu o meu dia. São todos estes pequenos gestos que tu fazes genuinamente e quase sem te aperceberes que me mostram o grande coração que tu tens e a grande sorte eu tenho em ter-te. Perdoa-me as muitas vezes em que me esqueço que sou uma felizarda por fazeres parte da minha vida. Em que não me lembro de que, ao te ter comigo, então nada me falta. Perdoa-me as vezes em que te peço mais quando me deste o melhor que podias dar e as vezes em que te culpo por atrapalhares quando tudo o que querias era ajudar. Há muito que fazes por mim que eu nem chego a conhecer, precisamente porque tu não procuras reconhecimento. Fazes por gosto, fazes porque és assim e não queres parecer assim. Se tudo correr bem no palco da nossa relação é porque tu fazes um trabalho incrível nos bastidores. Eu precisava de mais duas ou três vidas para te recompensar todo o esforço que fazes por nós. Amas-me quando eu não mereço, quando não estou ou mesmo ou quando me ideias. E é por me amares em todos esses momentos, em que eu sei que me amas de verdade. E é nesses momentos, em que é mais difícil tu me amares, que eu mais preciso do teu amor. E é por eu te amar é por tu me fazeres amar-te cada dia mais com toda a tua dedicação que eu estou aqui. Onde havia eu de estar senão ao lado de quem faz tudo para eu ficar? Quem havia eu de amar senão a pessoa que me ensinou a amar? Obrigado por existires e não desistires de mim. Obrigado por todas as vezes que ignoraste os meus defeitos e abdicaste dos teus gostos a pensar em mim e em nós. Eu tenho noção de tudo isto, e se em algum momento, por algum motivo, eu me recusar a admiti-lo, nunca acreditares nisso, pois eu dei-lhe bem. Sei que te devo muito, embora me exijas quase nada, e por isso te peço paciência, compreensão e tempo. Talvez te esteja a pedir demasiado, mas é apenas porque eu não quero nem posso perder-te, apesar de todas as minhas incapacidades de te mostrar da melhor maneira o quão importante és para mim. Nunca duvides que eu sorrio por dentro sempre que olho para ti. Que me derreto sempre que te ouço falar com esse teu jeito meigo e me apaixono novamente por ti em casa abraço que te dou. Seria incapaz de ser quem sou se tu não fosses quem és comigo. És o meu maior incentivo para melhorar diariamente e quem sabe um dia eu consiga ser tão bom e puro como tu. Não me canso de agradecer à vida a gentileza que teve de me fazer cruzar contigo e ainda hoje me espanta a capacidade que eu tive de te fazer apaixonar. Posso não conseguir que já ninguém me tira, o teu coração. E posso até perdê-lo por culpa da minha ignorância é estupidez, ou pode até alguém habilidoso no roubar, mas, pelo facto de um dia o ter tido, já valeu a pena ter vivido. Se hoje eu conheço a felicidade, foi porque tu má apresentasse. Se hoje sei o que é sorrir, foi porque tu me ensinaste. Culpa desses teus pequenos gestos de amor que se invisíveis
Dessa maneira de ser humilde, sincera e carinhosa. Culpa dessa paciência quase infinita posta às prova diariamente por mim. Eu sei que consigo, por vezes, ser insuportável, mas sei que tu sabes que não o faço por mal. E também sei que tu sabes que não és muito diferente de mim é que me obrigas muitas vezes a ser igualmente paciente. E é por tudo isto, por sabermos como cada um nós é por sabermos valorizar mais a intenções do que as ações, que hoje, ainda hoje, depois de tudo o que de mau e muito mau passámos, ainda estamos juntos."

Juro que não sei...

Porque é que eu continuo a seguir certas pessoas nas minhas redes sociais quando para mim já não são nada?

Pois não sei, talvez por esperança que eu as consiga voltar a ver com outros olhos, talvez por pena, talvez por achar que essa pessoa mereça ter-me como amiga dela, talvez por pensar que essa pessoa me possa vir a mandar uma mensagem a dizer "Olá, só queria conversar com alguém" e esse alguém ser eu...juro que não sei porque carga de água é sigo tantas pessoas que agora são me tão indiferente pessoas com quem não me identifico!

A verdade é que eu não sou como eles nem nunca vou ser, eu acho que se elas não querem a minha amizade é problema delas e não meu.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Muitas vezes a felicidade depende de um já-chega - Raul Minh'Alma

"Dizem que as duas palavras mais difíceis de dizer são desculpa e obrigado, mas há outro concorrente de peso, já-chega. Já-chega de lutar, já-chega de insistir, já-chega de tentar. para se dizer desculpa e obrigado são necessárias uma bondade e uma humildade enorme, mas para se dizer já-chega é necessária uma coragem do tamanho do mundo. E falta-nos muito mais vezes essa coragem de dizer que está mal, que não aceitamos viver assim, que não queremos isto para nós. Falta-nos tantas vezes essa capacidade de dizer não, acabou ou já-chega. Palavras como estas são barreiras silenciosas que nos separam da felicidade. Barreiras construídas pelo nosso medo genuíno de ficarmos sozinhos, de perdermos a pessoa que nos ama, mas que não nos ama na mesma medida, ou pior, que nunca nos amou ou tentou sequer. Deixamo-nos ficar porque amamos, em vez de irmos embora porque não somos amados. Acaba mais por pensar no amar do que ser amado quando na verdade ambos pensam, ou deviam pensar, o mesmo na nossa vida. Se não amamos não devemos ficar, se não somos amados não podemos ficar. Ou os dois, em igual medida, ou nenhum, em que medida for. E é o amor pelo outro que nos prende na garganta aquele já-chega quase sempre libertador, quase sempre salvador. Mas uma vez deixamos a balança em desequilíbrio com o amor o amor que temos por alguém a pesar mais nas nossas decisões do que o amor que temos por nós mesmos. E acaba,os por continuar onde já não temos lugar como de se alguma forma isso fosse felicidade. Não é, nunca será, nunca poderá ser. A felicidade não se alimenta de pensamentos como mais vale pouco do que nada, melhor muitos cincos que poucos dez ou migalhas é pão. Ela alcança-se quando o coração está mais do que cheio, quando transborda cumplicidade de coisas boas que vamos agarrando e segurando. A felicidade exige a totalidade porque para ela quase cheio é o mesmo que vazio. Enquanto nos contentamos com migalhas, por acreditarmos que é melhor do que nada, nunca teremos o pão inteiro. Já-chega de bocadinhos, de restos, de quases e meias coisas que vamos aceitando e que fazem de nós seres constantemente incompletos e insaciados. Não é prepotência exigir que tudo seja absoluto. Nem é falta de humildade recusar um pouco quando não pode ser um todo. Porque antes de tudo isso nós sabemos o nosso valor  e temos o nosso orgulho. Que ainda é aquilo que nos define, que ainda é e será sempre o nosso porto seguro e tudo o que  nos restará quando tudo o resto nos faltar. Quando abdicamos do nosso orgulho e dos nosso valores, estamos a permitir que vivam por nós, que sejam por nós aquilo que nos revelamos incapazes de ser, Nesse momento não seremos mais do que brinquedos nas mãos de egos gigantes e mimados disfarçados de pessoas que nos amam e que só querem o nosso bem. Encha-se o peito de coragem e diga-se do fundo da lama já-chega deter à nossa beira pessoas que nada nos acrescentam e que só servem para dizer eu bem te avisei quando, para seu rejubilo, nos veem cair. Já-chega de mendigar por afetos da exata mesma pessoa que diz que nos ama, mas que, no entanto, não demonstra nada, quiçá por preguiça ou, por outras palavras, falta de amor. E como estas tantas outras coisas que já andam a pedir, com jeitinho, um fim há muito tempo. Lá ao longe a felicidade aguarda sentada por esse fim, por esse afastamento de tudo e de todos que falta nenhuma nos fazem para ter finalmente condições de se aproximar. Ela é mesmo assim, quando vê algo ou alguém desagradável e desnecessário perto de nós até nos evita."